Controle de qualidade de grãos: como é feito em um passo a passo

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

Como acontece o processo de controle de qualidade de grãos até que os produtos fiquem apropriados para a comercialização ou consumo? 

Sabemos que após a colheita eles vão para secagem e armazenamento e depois seguem os procedimentos para industrialização. 

No entanto, assim como o plantio tem todo um preparo, a colheita também tem suas especificidades e vários fatores a considerar, como massa específica, teor de umidade, presença de insetos, fungos etc. 

Por isso, o armazenamento adequado é essencial, mas temos que destacar principalmente os equipamentos que facilitam esses processos. 

Graças à tecnologia, temos opções como o medidor de umidade de grãos, peneiras de classificação, acessórios para medição de densidade e outros. 

Vamos falar sobre eles, mas antes, vamos mostrar um passo a passo sobre o controle de qualidade de grãos. 

Continue a leitura!

[lwptoc numeration=”none”]

Como é feito o controle de qualidade de grãos?

Antes de abordarmos esse tópico, há alguns pontos relevantes que você precisa conhecer:

1. Como são classificados os grãos?

Os grãos são classificados em três grandes grupos: 

  1. oleaginosas: girassol, canola e mamona;
  2. leguminosas: soja e feijão;
  3. cereais: arroz, trigo, centeio, milho, cevada, sorgo e aveia.

2. O que determina a qualidade de grãos? 

À primeira podemos pensar que o processo que define a qualidade dos grãos é simples. Pode-se imaginar que eles passam por uma classificadora e a máquina vai atestar o que é bom e o que não é, por exemplo. 

Até já demos um “spoiler” acima sobre isso… agora vamos aprofundar um pouco. 

De modo geral, há diversos fatores essenciais para o controle de qualidade de grãos. Veja a seguir.

Teor de umidade

Este é um dos indicadores mais importantes entre as informações sobre a composição de alimentos, e influi diretamente no armazenamento. Determinadas condições de umidade favorecem problemas como a propagação de fungos e produção de micotoxinas prejudiciais à saúde. 

Daí a importância do medidor de umidade de grãos, equipamento fundamental para acompanhar e controlar as fases da colheita, secagem e armazenagem e entregarem resultados mais precisas e confiáveis. 

Massa específica

A massa específica é um dos principais índices qualitativos dos grãos. Essa propriedade é influenciada por fatores como teor de impurezas, variedade e teor de água. 

Percentual de grãos quebrados ou danificados

A parte mais importante do agronegócio é a comercialização de grãos. Por isso, problemas como grãos quebrados ou danificados refletem diretamente nesse ponto. 

As perdas qualitativas são de maior importância, pois comprometem o uso dos grãos — mesmo que eles sejam destinados a uso de menor valor agregado. 

Teor de impurezas e matéria estranha

As impurezas são  materiais estranhos à massa de grãos. São exemplos: partículas de solo, pedras e restos vegetais. Já o teor de impurezas é a porcentagem entre as quantidades de produto e de impurezas, a relação entre essas variáveis. 

Além dessas, também são considerados fatores como: 

  • danos causados pela temperatura de secagem
  • susceptibilidade à quebra
  • características de moagem
  • conteúdo de proteína e óleo
  • valor para consumo animal
  • presença de insetos e fungos

3. Quais fatores devem ser considerados na avaliação e quais as características desejadas nos grãos?

Sabe quais são os critérios para avaliação dos grãos? São alguns fatores que podem causar interferência e impactar na qualidade. 

Conheça alguns:

  • técnicas de colheita;
  • transporte;
  • condições de recebimento;
  • sistemas de armazenagem e secagem.

Já as características desejadas são:

  • valor nutritivo alto;
  • ausência de microrganismos;
  • ausência de insetos;
  • baixa umidade;
  • baixo índice de grãos quebrados; dentre outros.
  • baixa atividade de água

Etapas para o controle de qualidade dos grãos

A qualidade dos grãos também depende de seguir algumas etapas, que começam já na pré-colheita.

Veja: 

  • Manejo pré-colheita: é a limpeza e o preparo da unidade armazenadora que deve ser feita entre safras. O objetivo deste pré-manejo é eliminar as sobras de grãos e outros tipos de resíduos, para, posteriormente, receber mais grãos. 
  • Pré-limpeza e limpeza dos grãos: nesta etapa os grãos são avaliados para que se verifique se há a necessidade de limpeza. Aqui são seguidas as orientações conforme o destino dos grãos: se forem para armazenamento os níveis de impurezas devem estar mínimos, abaixo de 1%. Já se forem para secagem, os valores devem ser inferiores a 4%.
  • Secagem: nesta etapa acontece o processo de redução do teor de umidade dos grãos. Eles devem ficar com o nível apropriado para estocagem por um período prolongado, sem que percam a qualidade. O teor de umidade considerado ideal para a armazenagem e a conservação dos grãos é de 13%.

Equipamentos utilizados para o controle de qualidade de grãos

Todos esses processos precisam de recursos específicos para seu desenvolvimento: equipamentos capazes de coletar amostras, analisar, medir umidade etc. 

Conheça alguns:

Para mais informações sobre esses equipamentos, entre em contato com um de nossos consultores e juntos vamos encontrar as soluções que você precisa para o seu negócio!

Sugestões ou dúvidas? Deixe seu comentário!

Nos vemos no próximo post!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Redes sociais
Acompanhe nossas redes sociais e fique por dentro de todas as novidades e promoções!
Últimos Posts

Cadastre-se para receber nossa newsletter!

Entre em contato conosco!

Nosso contato é sem compromisso. Você só vai se tornar nosso cliente quando tiver certeza de que somos a melhor opção para a sua empresa.